Os Valores da Radiobrás
Os valores da Radiobrás, que expressam e sustentam a dimensão ética de suas ações, têm como base o respeito:
  • Respeito ao caráter público de sua atividade, ao buscar a excelência e ao exercer a transparência interna e externa;
  • Respeito à cidadania, ao assumir um  compromisso permanente com a   universalização do direito à informação, com a verdade e com a qualidade da informação, por meio de canal direto com o público;
  • Respeito às diferenças, por meio do diálogo;
  • Respeito às pessoas ao promover a  felicidade no trabalho, a criatividade e a inovação

Nova logomarca da Radiobrás na fachada reformada da
empresa, em Brasília.

Você sabia?
Que já está no ar o PORTAL DE NOTÍCIAS G1 - www.g1.com.br. Desenvolvido pela Globo.com e sob orientação da Central Globo de Jornalismo, disponibiliza em um só endereço o conteúdo de jornalismo das diversas empresas das Organizações Globo - TV Globo, Globo News, rádios Globo e CBN, jornais O Globo e Diário de São Paulo, revistas Época e Globo Rural, entre outras - além de reportagens próprias em formato de texto, áudio e vídeo. O objetivo é reforçar a cobertura jornalística na Internet, garantindo credibilidade e velocidade na apuração da informação.
As notícias são apresentadas de forma ágil e objetiva, oferecendo a possibilidade de aprofundamento nos temas. Com dois cliques, o usuário vai do panorama geral ao detalhamento do assunto. O internauta pode ainda baixar gratuitamente o programa "Plantão G1", que emite alertas sobre novas notícias publicadas em editorias específicas.
Além das três redações próprias, afiliadas da TV Globo, jornais, revistas, rádios e agências de notícias alimentam o plantão de notícias, que é atualizado 24 horas por dia. Colunistas de renome, como os jornalistas William Waack e Zeca Camargo, entre outros, reforçam a equipe do portal, criando um canal interativo com os internautas.

Voz do Brasil

O mais tradicional noticiário de rádio do país, a Voz do Brasil está no ar a mais de 70 anos. O objetivo é levar informação jornalística diária, sobretudo do Poder Executivo, aos mais distantes pontos do país. O programa começou a ser veiculada no dia 22 de julho de 1935, no governo Getúlio Vargas. Sua primeira edição foi apresentada pelo locutor carioca Luiz Jatobá.Naquele período, chamava-se Programa Nacional. De 1934 a 1962, era levado ao ar com o nome de Hora do Brasil. A transmissão obrigatória do programa por todas as emissoras de rádio do país, em rede nacional. Nos primeiros 25 anos, apenas os atos do Poder Executivo eram divulgados. Este perfil editorial mudou em 1962, quando o Congresso Nacional passou a integrar o noticiário e o programa passou a se chamar voz do Brasil.

Na ultima sexta feira o site da Rádio Maresia Fm

Teve mais de 2000 acessos em 1 dia

veja: www.radiomaresiafm.com.br

E confira Pop Rock__________Hip Hop_________Música eletrônica

Você sabia?

Agora, o voto aberto vale para todas as votações.
Por 383 votos favoráveis e 4 abstenções, o plenário da Câmara aprovou hoje o fim do voto secreto em todas as sessões no Congresso. A medida vale para as eleições da Mesa Diretora da Câmara e do Senado, derrubada de veto presidencial, cassação de mandato e indicação de embaixadores.
Na última hora, o PFL retirou a proposta de limitar o voto aberto às sessões de votação de cassação de mandato.
Você Sabia?

A "Era do Rádio"

A partir de 1919 começa a chamada "Era do rádio".

O microfone surge através da ampliação dos recursos do bocal do telefone, conseguidos em 1920, nos Estados Unidos, por engenheiro da Westinghouse. Foi a própria Westinghouse que fez nascer, meio por acaso, a radiofusão. Ela fabricava aparelhos de rádio para as tropas da Primeira Guerra Mundial e com o término do conflito ficou com um grande estoque de aparelhos encalhados. A solução para evitar o prejuízo foi instalar uma grande antena no pátio da fábrica e transmitir música para os habitantes do bairro. Os aparelhos encalhados foram então comercializados.

 

Rádio Tupi

 Fotos que registram momentos importantes da inauguração da Rádio Tupi. As fotos foram colhidas de sites das emissoras.

 

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Você sabia?
 Que o rádio mantém a posição de meio de comunicação de grande alcance e de relevante participação na vida da sociedade brasileira, através de programações  mais variadas, contribuindo para: a formação da cidadania, com programas informativos e de prestação de serviço; lazer, especialmente veiculando música; ampliação do comércio e da indústria, por meio da publicidade, e para manutenção de postos de trabalho para profissionais como o jornalista e o radialista.
A falta que fazem os profissionais



Por Luiz Weis, do Observatório da Imprensa


A discussão sobre o que talvez possa ser chamado "jornalismo
blogosférico" acaba de ficar mais substancial com a publicação do
artigo "Amateur Hour – Journalism without journalists", de Nicholas
Lemann, repórter de mídia da New Yorker, na última edição da revista.

Ele lança um bem-vindo olhar crítico sobre o "jornalismo-cidadão" de
que fazem praça os 4 milhões de auto-intulados jornalistas entre os 12
milhões de blogueiros americanos.

Com o termo eles se atribuem uma superioridade ética na prática do
ofício em comparação com os praticantes empregados na mídia
convencional – pejorativamente chamada mainstream media ou MSM – tidos
como arrogantes donos-da-verdade, cegos e surdos aos verdadeiros
interesses da cidadania.

"Cidadãos-jornalistas", explica Lemann, "são supostamente amadores
inspirados que descobrem o que acontece ali onde eles vivem e
trabalham, e nos oferecem um quadro mais completo e rico do mundo do
que o das organizações noticiosas tradicionais, ao mesmo tempo em que
nos poupam da pompa e do exibicionismo que os jornalistas
frequentemente ostentam".

"Esse é o catecismo", ironiza o repórter, antes de fazer a pergunta
incômoda: "Mas o que será que o jornalismo-cidadão de fato nos
proporcionou?"

Cultura jornalística

Ele considera a sua própria pergunta difícil de responder, entre
outras coisas por uma razão inesperada: o receio dos céticos de
externar o seu ceticismo, por causa da capacidade dos crentes do
bloguismo de tornar desagradável a vida dos críticos.

"Até agora", ressalta Lemann, nenhum 'jornalista tradicional' foi bobo
de assumir e defender a idéia de pertencer a uma elite da qual
cidadãos comuns são barrados." E dá uns exemplos da agressividade com
que os blogueiros reagem a quem sugira, como o repórter John Markoff,
do New York Times, que as novas tecnologias de informação conseguem
destruir velhos padrões sem criar algo melhor para pôr no seu lugar.

E o que seria esse "melhor"? Um jornalismo à altura (ou quase) do
caráter revolucionário do novo meio de comunicação. Não basta ao
jornalismo blogosférico postular para si um elevado padrão no plano
conceitual – a prática tem que confirmar a teoria.

Lemann recorre numa erudita comparação histórica com os panfletos e
periódicos cheios de verve, ousadia e contundência que pululavam na
Inglaterra no final do século 17 e início do 18, uma centena de anos
antes do surgimento dos primeiros jornalões na ilha – o Times e o
Guardian.

"Pelo menos em parte", prevê, "o jornalismo na internet também
começará a se diferencial pelo tom, tentando soar responsável e digno
de crédito, na expectativa de arregimentar um público maior e,
possivelmente, pagante."

Por enquanto, há de tudo na blogosfera, mas nada que já tenha
alcançado o patamar de uma cultura jornalística rica o suficiente para
competir a sério com a velha mídia – "para substituí-la em vez de
complementá-la", diagnostica Lemann – e este leitor colocou a frase em
itálico para assinalar a sua concordância com ela.

Jornalismo-cidadão

Nos Estados Unidos, as maiores proezas blogueiras foram acabar com a
carreira do celebrado âncora Dan Rather, cuja equipe usou documentos
duvidosos para provar que Bush não serviu de verdade na Guarda
Nacional, no tempo do Vietnã, e derrubar Trent Lott da liderança da
maioria no Senado, ao expor seus comentários racistas.

As violações dos direitos civis cometidas pelo governo Bush em nome da
guerra ao terrorismo foram reveladas pelos jornalões à moda antiga e
redes de TV, não por jornalistas da internet.

No Brasil, blogueiros furam de vez em quando a mídia convencional, na
versão impressa ou eletrônica, e oferecem com freqüência pensatas mais
numerosas e diversas do que as da imprensa no dia-a-dia.

Só quem nunca abriu um computador desconhecerá as contribuições da
blogosfera brasileira para a disseminação de informações e opiniões
sobre assuntos de interesse público. Mas nem por isso ela suplanta, ou
substitui a velha imprensa. Se já não dá para passar sem ler um certo
número de blogs, menos ainda dá para passar sem ler no mínimo um
jornal por dia.

Lemann também dá ao jornalismo-cidadão os seus devidos créditos – até
porque a modalidade ajudou a salvar a vida do pai e da madrasta dele,
graças às informações instantâneas e corretas sobre como fugir de
carro da New Orleans devastada pelo furacão Katrina no ano passado.
"Mas, com o passar do tempo", qualifica, "a melhor informação sobre
por que o furacão causou tanta destruição na cidade veio mesmo de
repórteres, não de cidadãos."

Repórteres, procura-se

Em condições normais, o material produzido pelo jornalismo
blogosférico não consegue provar que o cidadão pode se manter a par da
vida pública sem a mediação de profissionais. Comparando ambições
teóricas e resultados práticos, e transcrevendo exemplos sintomáticos,
Lemann diz que é quase impossível não pensar: "Isso é a razão de tanto
barulho?"

A internet não é hostil à categoria de informação chamada reportagem:
potencialmente, acredita ele, é o melhor meio já inventado para
informar.

A internet precisa ser aproveitada para se descobrir novas maneiras de
apresentar material informativo – que, inevitavelmente, se
transformará em material jornalístico robusto, "produzido por quem o
faz em tempo integral", aponta Lemann, "não por 'cidadãos' nas horas
livres".

A internet precisa atrair repórteres em vez de afastá-los, conclui, no
que parece ser uma forma original de encarar a dicotomia jornalistas x
não-jornalistas na blogosfera.
Jornalismo Fiteiro

De acordo com observatório da imprensa, a Itaipu Binacional ganhou em primeira instância um direito de resposta contra a Veja. Está em matéria paga publicada hoje. São histórias de jornalismo fiteiro(invenções), aquele que usa gravações ilegais. Segundo o comunicado da Itaipu, o juiz reconheceu “conteúdo adulterado da gravação da conversa telefônica, de forma a transformar uma mera especulação em verdade absoluta”.

Se toda especulação transformada em verdade fosse punida,pouca gente no país escaparia. Nas redações de veículos de comunicação do Brasil, acredito que ninguém.Vale lembrar o que aconteceu com a Reitora da Univale, demitida injustamente simplesmente por querer saber a verdade absoluta, mas aqui Governador Valadares é assim mesmo, o poder fica nas mãos de poucos né ?

 
Tecnologia digital indica saídas para a crise das emissoras de rádio

 

Esse texto foi escrito por Diego de Assis da Folha de São Paulo language=VBScript> on error resume next ShockMode = (IsObject(CreateObject("ShockwaveFlash.ShockwaveFlash.6")))

Há 50 anos, a TV iria matar o rádio. Não matou. Há 20, alguém disse que os videoclipes é que iriam jogar a pá de cal nas FMs. Não foi dessa vez.
Com a popularização dos tocadores de MP3 como o iPod, da Apple, que permitem que se carregue no bolso mais de 24 horas de música, o assunto voltou à baila: o rádio vai morrer?

Não necessariamente.

Com a ajuda da mesma tecnologia digital que vem sendo acusada de ameaçá-lo, o rádio --ou a idéia de transmissão de áudio para qualquer tipo de receptores móveis-- começou o ano de 2005 como um dos principais tópicos de discussão do universo da música e adjacências, a saber, empresas de tecnologia, fabricantes de celulares e demais interessados no mercado em expansão da distribuição de música digital.

Nos EUA, onde o assunto foi capa da revista "Wired", em março, e também debatido no festival de música e tecnologia M3, em Miami, a renovação do rádio parte de frentes diversas. Uma das mais vigorosas, entretanto, é ascensão das chamadas rádios por satélite, que, semelhante às TVs a cabo, cobram uma assinatura dos usuários em troca de mais de uma centena de canais segmentados, "sem censura e sem comerciais".

"As emissoras tradicionais não são mais controladas por gente da música, mas por contadores", acusa Liquid Todd, DJ e locutor da Sirius Satellite Radio, que tem entre seus programas --não só musicais mas de informação, humor etc.-- as grifes do polêmico radialista Howard Stern, Eminem, Fred Schneider (do B52's), Jerry Seinfeld, Bill Cosby e o skatista-celebridade Tony Hawk.

Com 1,5 milhão de assinantes, a Sirius divide o novo mercado com a XM Satellite Radio, que tem uma carteira de clientes ainda mais gorda: 3,8 milhões, com crescimento de 540 mil usuários só no primeiro trimestre de 2005, segundo a "Business Week".

Ainda assim, as velhas FMs não foram deixadas para trás. Fabricantes de telefones celulares e de tocadores de MP3 --neste caso, à exceção da Apple-- também já vêm embutindo receptores de ondas de rádio em seus produtos.

"75% das pessoas ainda descobrem suas músicas preferidas ouvindo rádio", afirma Alberto Moriondo, diretor de soluções de entretenimento da Motorola. De olho no filão, a empresa desenvolveu um sistema que permite que o usuário grave um trecho de uma música que esteja tocando numa estação de rádio, envie por celular para uma central e receba os dados sobre a faixa e as possíveis formas de comprá-la por telefone.

Outra ferramenta desenvolvida pela fabricante, batizada de iRadio, possibilita a transmissão de faixas em MP3 do celular diretamente para o rádio do carro.

Principal concorrente, a Nokia também aposta no futuro do rádio. Por meio de uma ferramenta batizada de Visual Radio, o ouvinte recebe no celular, juntamente com o áudio, informações em texto sobre a faixa e outras opções de interatividade.

"O Visual Radio é uma tecnologia que redefine a experiência com o rádio FM não somente para os ouvintes mas também para as estações de rádio, anunciantes e operadoras. Nunca mais as pessoas terão que imaginar quem está tocando o que no rádio", sugere Fiore Mangone, gerente de produtos da empresa.

Outra face do novo "rádio" é a tendência dos "podcasts", que recentemente também chegou ao Brasil. As aspas em rádio são porque, apesar de emular parte da linguagem radiofônica (locução, informação, seleção de músicas etc.), o "podcast" é um arquivo de áudio digital que pode ser gravado por qualquer pessoa e disponibilizado na internet, por meio de blogs e sistemas desenvolvidos especialmente para transmiti-lo a um grupo de assinantes. (Imagine um blog que avisasse ao leitor sobre cada atualização feita pelo autor; é essa a idéia, só que com as informações gravadas em áudio).

"A principal diferença [em relação ao rádio] é que o 'podcast' oferece ao ouvinte a escolha de quando ouvir os programas, já que ele baixa para o computador e passa para um tocador portátil, podendo escutar quando tiver tempo livre", explica Guilherme Leite, 28, autor de um dos primeiros "podcasts" do Brasil. "Ele passa para o ouvinte o controle do que ouvir e de quando ouvir."

O também "podcaster" René de Paula Jr. acrescenta: "'Podcasts' são um sintoma, mas não o remédio. O fato de as pessoas estarem buscando alternativas mais humanas, mais espontâneas e autênticas é um sinal de que as rádios de massa estão deixando muito a desejar". Autor do "podcast" "Roda & Avisa", grava reflexões diárias no trânsito, no trabalho e onde quer que tenha um gravador à mão. A imaginação --e uma conexão com a internet-- é o limite para a sua rádio particular.

Sejam bem vindos ao meu blog, espero que gostem, pois irei abastecer esse blog com informações sobre o que esta acontecendo no rádio atualmente.
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